A crescente competitividade, as exigências dos mercados globalizados e as necessidades da sociedade, requerem das organizações a adopção de métodos de gestão optimizados, que dependem da capacidade de incorporação de novas tecnologias de produtos e de processos. Este contexto cria a necessidade do uso da normalização pelas empresas, de forma a representar, efectivamente, um instrumento para a gestão facilitador do acesso aos mercados.
A normalização consiste em organizar a cooperação entre diferentes áreas da economia nacional, de modo a:
- Proteger a saúde e a segurança humana
- Buscar constantemente melhores índices de produtividade
- Conservar as fontes de recursos naturais
- Minimizar o desperdício
- Ajudar na transferência de tecnologia
- Facilitar o comércio nacional e internacional
Cada vez mais a normalização é a base para a garantia da qualidade.
O Organismo Internacional de Normalização (ISO) editou um livro intitulado “Economic Benefits of Standards”, que apresenta 11 estudos caso de empresas, que operam em 10 países diferentes e em vários sectores de actividade, nomeadamente telecomunicações, alimentar, químico, automação, eléctrico, construção, etc.
A dimensão das empresas estudadas varia entre os 25 e os milhares de funcionários, com receitas anuais entre 4,5 milhões e 1,5 biliões de dólares.
Estes estudos mostram que o uso das Normas pode trazer enormes benefícios económicos às empresas da ordem dos 0,5% a 4% das suas receitas anuais, resultado da criação de confiança junto dos potenciais clientes e da entrada em novos mercados com oferta de produtos e serviços com níveis de qualidade evidenciados pelo uso de Normas.