A APIP foi reconhecida pelo IPQ (Organismo Nacional de Normalização), em 1988, como Organismo de Normalização Sectorial (ONS).
A APIP como ONS apoia os Associados promovendo a sua participação activa nos Comités Técnicos Nacionais, Europeus (CEN) e Internacionais (ISO).
Elabora e divulga normas e/ou outros documentos normativos relacionados com o Sector de Plásticos, que tanto influenciam a actividade das empresas.
O ONS.APIP cujo domínio de intervenção é “Materiais Plásticos com exclusão dos destinados a contacto com géneros alimentícios”, gere e coordena as seguintes Comissões Técnicas (CT) de Normalização:
CT 58 – Materiais Plásticos
CT 161 – Sistemas de Tubagens de Plásticos para Transporte de Gases Combustíveis
O ONS através do seu staff participa nos trabalhos de outras CT’s nas seguintes áreas de interface:
CERTITECNA - CT42 – Higiene e Segurança no Trabalho
CNE - CT 60 – Embalagem
FIPA - CT 97 – Contacto Alimentar
INETI - CT 142 – Estufas
Os ONS são os organismos que representam a interface entre as CT e o IPQ e que prestam todo o apoio logístico, de que as CT necessitam, para o desenvolvimento efectivo dos seguintes aspectos:
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Elaboração de Normas Portuguesas
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Tradução de Normas elaboradas no CEN e na ISO
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Elaboração de pareceres técnicos e votação de documentos normativos do CEN e ISO
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Elaboração do Programa de Normalização
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Apoio logístico às Subcomissões da CT
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Divulgação de documentação proveniente do IPQ e do CEN
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Publicação de informação genérica sobre as normas do sector
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Publicação de artigos especializados, sobre normalização
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Promoção de Seminários, e outros eventos, para debates sobre o tema.
Com vista à defesa dos interesses da indústria nacional, o ONS/APIP tem procurado sensibilizar e interessar os produtores nacionais do sector a cooperarem com as actividades de Normalização cuja importância é por todos reconhecida.
A actuação do ONS/APIP tem-se desenvolvido no sentido de acompanhar as actividades normativas do CEN e ISO, nas áreas que respeitam aos materiais plásticos, tendo em atenção a realidade nacional, as carências existentes e por demais conhecidas e uma correcta definição das prioridades para conseguir uma eficiente programação das actividades normativas do sector.