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ELEIÇÃO DOS NOVOS ÓRGÃOS SOCIAIS DA APIP 2016-2018

 

Na Assembleia Geral da APIP, realizada no dia 04 de Maio 2016 foram eleitos os novos Órgãos Sociais para o período 2016-2018.

 

Pedro Colaço (KLC) é o novo Presidente da Direção da APIP (Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos) que juntamente com Gonçalo Tomé (PLASFIL) como Vice-Presidente Executivo e Carlos Santos (PLASTIMAR) como Vice-Presidente Tesoureiro, irão liderar uma Direção forte com representação das várias áreas da Indústria de Polímeros.

 

Nas palavras que dirigiu à Assembleia, Pedro Colaço referiu que “Dinamizar a atividade associativa, enfrentar os desafios dos novos tempos e combinar capacidades e conhecimento, são os grandes objetivos desta nova Direção”.

 

Versão Portuguesa

 

Versão Inglesa

 

 

DIRETIVA (UE) 2015/720 

DIRETIVA (UE) 2015/720 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 29 de abril de 2015 que altera a Diretiva 94/62/CE no que diz respeito à redução do consumo de sacos de plástico leves.

Ver Mais

 

 

 

Projeto NanoSafePack

 

A APIP já tem à disposição das empresas interessadas:


- O GUIA de BOAS PRÁTICAS PARA O MANUSEAMENTO e UTILIZAÇÃO SEGUROS de NANOPARTICULAS NA INDÚSTRIA DE EMBALAGEM (formato papel/inglês)


- UNIDADE USB do GUIA (s/reprodução)

Embora o GUIA diga respeito à Indústria de Embalagem, contém conceitos e informações que se aplicam a outros Setores da Indústria.

As Empresas poderão solicitar o GUIA e/ou USB através do e-mail: apip.lisboa@apip.pt

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O principal objetivo do Projeto NanoSafePack foi o de desenvolver um Guia de Boas Práticas que permitisse o manuseamento e utilização seguros de nanomateriais na Indústria de Embalagem, considerando estratégias integradas para o controlo da exposição às nanopartículas nas instalações industriais e proporcionar às PME’s dados científicos para controlar e minimizar a libertação e migração de nanopartículas dos polímeros nanocompósitos colocados no mercado.


O Consórcio NanoSafePack é composto por 7 organizações Europeias:

  • Techni-Plasper, S.L.
  • Centro Español de Plásticos (CEP);
  • Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos (APIP);
  • European Plastics Converters (EuPC);
  • Instituto Tecnológico del Embalaje, Transporte y Logística (ITENE);
  • Institute of Occupational Medicine (IOM);
  • Tec Star s.r.l.

Consulte em português

PRESS RELEASE NANOSAFEPACK
MINI-GUIA NANOSAFEPACK
BROCHURA 2014

 Saiba mais em - http://www.nanosafepack.eu/

 

 

   

       A APIP faz parte de um consórcio a nível Europeu para a Elaboração de um Guia de Boas Práticas para o Manuseamento e Utilização Seguros de Nanomateriais na Indústria de Embalagem

 

 

O principal objetivo do Projecto NanoSafePACK é o de desenvolver Um Guia de Boas Práticas que permita a utilização e manuseamento seguros de Nanomateriais na Industria de Embalagem, considerando estratégias integradas para controlar a exposição às Nanoparticulas (NP) nas instalações industriais e proporcionar às PME’s dados científicos que minimizem e controlem a libertação e migração de NP dos Polímeros Nanocompositos colocados no mercado.

Para alcançar este objetivo, serão efetuadas avaliações de exposição e risco, com vista à obtenção de novos dados científicos sobre polímeros compósitos reforçados com partículas nanométricas.

Este trabalho incidirá sobre um conjunto selecionado de Nanomateriais (Nanoargilas e Nanoparticulas de Óxido de Metal) relevantes para o Setor da Embalagem.

 
Os resultados dos estudos das avaliações de risco e exposição, serão utilizados para compilar uma avaliação de risco na utilização de NP na Industria de Embalagem.

 

Folheto do Projeto NanoSafePack

 

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A COMISSÃO EUROPEIA DEFENDE MAIS NORMAS PARA A EUROPA E MAIS DEPRESSA PARA ESTIMULAR A COMPETITIVIDADE E PROMOVER OS INTERESSES DOS CONSUMIDORES



As normas são um instrumento decisivo no âmbito da concorrência internacional. Não há dúvida de que a existência de normas adequadas pode facilitar a vida aos consumidores, promover a sustentabilidade e melhorar a competitividade e a liderança tecnológica da Europa nos mercados globais. A Comissão Europeia propõe um conjunto de medidas legislativas e não legislativas com o objectivo de desenvolver e tornar mais célere o processo de normalização. As normas são conjuntos de critérios técnicos e de qualidade voluntários, aplicáveis aos produtos, serviços e processos de produção. Ninguém é obrigado a utilizá-las, mas a sua utilização ajuda as empresas a trabalhar em conjunto e permite aos consumidores poupar dinheiro. No entanto, no passado, a elaboração de uma norma europeia demorava vários anos, o que resultava num atraso muito grande de algumas normas relativamente a tecnologias em rápida evolução. Em consequência, certos sectores têm manifestado relutância em enveredar pela normalização ou são incapazes de tirar benefícios dos efeitos positivos das normas.


Para ser bem sucedida, a Europa tem de responder ao desafio da rápida inovação, da sustentabilidade, da convergência de tecnologias e da forte concorrência global. Um sistema europeu de normalização dinâmico é fundamental para estimular a qualidade e a inovação e para reforçar o papel da Europa enquanto agente económico mundial. Além disso, as normas permitem-nos ter produtos da melhor qualidade e sustentáveis a menor preço. A normalização é também uma componente fundamental para o bom funcionamento do mercado interno.


As medidas mais importantes adoptadas pela Comissão para reforçar o sistema de normalização na Europa são as seguintes:


- A Europa irá incentivar o desenvolvimento de mais normas internacionais nos sectores económicos em que é líder mundial.


- Os produtos de alta tecnologia são frequentemente vendidos em combinação com serviços de manutenção. Embora estejam disponíveis muitas normas europeias para os produtos, quase não hão normas para os serviços. Por conseguinte, podem elaborar-se mais normas europeias para os serviços determinadas pelo mercado, conferindo assim vantagens comerciais às empresas.


- A Comissão melhorará a sua colaboração com os principais Organismos de Normalização Europeus (CEN, CENELEC e ETSI), para que as normas por eles elaboradas estejam disponíveis mais rapidamente. As empresas que aplicam essas normas podem tornar os seus produtos mais compatíveis com outros produtos, o que alargará o leque de opções ao dispor dos consumidores e permitirá reduzir os preços.


- As Normas Europeias serão elaboradas com o auxílio das organizações que representam os mais afectados, ou mais interessados – consumidores, pequenas empresas, organizações ambientalistas e sociais.


Numa era de concorrência cada vez mais intensa a nível mundial, a competitividade europeia depende da nossa capacidade de fomentar a inovação nos produtos, serviços e processos e de aproveitar plenamente todo o potencial do mercado interno.

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