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XXVII SEMINÁRIO DE PLÁSTICOS

27, 28 e 29 Outubro 2011 

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A APIP lançou em Portugal, Leixões, 28 de Março 

o Projecto OCEANO SEM RESÍDUOS  

WFO – WASTE FREE OCEANS  

Com a colaboração da LIPOR – Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto e APDL – Administração dos Portos do Douro e Leixões, foi oficialmente apresentado em Portugal no dia 28 de Março, nas instalações do Porto de Leixões, com a presença do Secretario de Estado do Mar e com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da Republica.

O grande desafio deste Projecto é o de reduzir, até 2020, os resíduos marítimos que flutuam nas costas e águas Europeias.
Utilizando arrastos pesqueiros já existentes, bem como novas tecnologias, o WFO irá envolver a Comunidade Piscatória Europeia nomeadamente Pescadores desocupados, de modo a trazer para terra os resíduos flutuantes para serem triados e reciclados.

Este Projecto contou com o Patrocínio da Sociedade Ponto Verde e Logoplaste e o Apoio da Embar, Interfileiras, Plastimar e Sonae Industria.



Folheto

Press Release

 

CIP considera imperativo reduzir custos da electricidade

 

 

António Saraiva criticou, no ISEG, as receitas garantidas dos produtores de electricidade, afirmando que "pagaremos muito caro as lutas de interesses" nesta área. O presidente da CIP defende que é "imperativo" que o Governo avance com medidas para reduzir os custos fixos do sistema eléctrico nacional para não comprometer a competitividade das empresas portuguesas. A CIP reconhece qe o Governo tem de agir, mas recomenda que a solução tem de ser equitativa. A redução destes custos fixos é, no entanto, imperativa", afirmou António Saraiva durante o seminário "Economia da Energia", que o ISEG promove hoje em Lisboa.


O líder da CIP assinalou que "praticamente toda a electricidade é paga aos seus produtores acima do preço médio de mercado", lembrando que há receitas garantidas para fontes tão diversas como as barragens, as eólicas, as centrais a carvão e a gás natural e as cogerações.


António Saraiva admite que "o tema é delicado, uma vez que se refere a direitos adquiridos", mas enfatiza que "para as empresas está a ser penoso o aumento dos custos energéticos".


O mesmo responsável apelou, no ISEG, a que haja "uma solução de curto prazo" para reduzir os custos da energia, alertando que "pagaremos muito caro as lutas de interesses" que estão a impedir que o Governo avance com medidas no domínio das rendas garantidas do sector eléctrico.

 

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Coca-Cola e Pepsi mudam fórmula para não terem alerta de cancro no rótulo 


              

O corante caramelo, usado para dar a típica cor escura destas bebidas contém um ingrediente que foi relacionado com cancro em estudos realizados com animais, o que obrigaria as marcas a colocar um aviso no rótulo

Em causa está uma lei californiana que obriga a que os fabricantes coloquem nos rótulos o aviso de que se trata de um produto potencialmente cancerígeno sempre que na sua composição existam mais de 29 microgramas de 4-metilimidazol (4-MI), relacionado com cancro em estudos realizados com animais.


Nas duas marcas foram encontradas quantidades entre 142 e 154 microgramas de 4-MI por lata. O corante é usado para dar às bebidas a cor de caramelo.


Para evitar essa referência, a Coca-Cola e a Pepsi decidiram alterar a fórmula das bebidas, uma medida que, para já, só afeta a Califórnia mas que deverá estender-se a todo o território norte-americano.


"Apesar de acreditarmos que não há risco à saúde pública que justifique esta mudança, pedimos aos nossos fornecedores de (corante) caramelo para tomar este passo, para que os nossos produtos não estejam sujeitos à obrigatoriedade de um alerta infundado cientificamente", disse à agência de notícias AP a representante da Coca-Cola Diana Garza-Ciarlante.


Por sua vez, a FDA, a agência responsável pela segurança alimentar nos EUA, garante que não há motivo para alarme: "Uma pessoa precisaria de consumir milhares de latas diariamente para atingir as doses equivalentes às administradas" aos ratos usados nos testes laboratoriais.

 

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Panorâmica das principais oportunidades de financiamento acessíveis às PME europeias

 

 

A União Europeia presta assistência às pequenas e médias empresas (PME) europeias.


Esta assistência é disponibilizada sob diversas formas, tais como subvenções, empréstimos e, nalguns casos, garantias.


O apoio está disponível directamente ou através de programas geridos a nível nacional ou regional, como os fundos estruturais da União Europeia.


As PME também podem beneficiar de uma série de medidas de assistência não financeira sob a forma de programas e de serviços de apoio às empresas.


O presente guia constitui uma breve apresentação dos programas europeus acessíveis às PME, e indica os principais Web sites de cada programa. Deve referir-se que o guia não é exaustivo.


Os regimes de assistência foram divididos nas seguintes quatro categorias:
? Oportunidades de financiamento temático
? Fundos estruturais
? Instrumentos financeiros
? Apoio para a internacionalização de PME

 

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NIKE TRANSFORMA GARRAFAS DE PLÁSTICO EM EQUIPAMENTOS DE DESPORTO

 

E se, de repente, 13 garrafas de plástico se transformarem num equipamento de futebol? Não é magia, mas sim um feito que junta tecnologia e ecologia no mesmo tecido.


A Nike está a produzir vestuário de desporto para alta competição a partir de plástico. Por cada equipamento das selecções de futebol, a marca utiliza em média 13 garrafas recicladas e os calções são feitos a partir de poliéster 100% reciclado. Ao todo, com o fabrico dos equipamentos das Selecções nacionais, foram utilizadas aproximadamente 16 milhões de garrafas de plástico recicladas, o suficiente para cobrir 28 campos de futebol, revela a marca.


A novidade deste ano são os calções de basquetebol Nike Hyper Elite, que também vão passar a ser produzidos a partir de poliéster 100% reciclado.


A Nike garante que a utilização de poliéster reciclado permite um desempenho superior e explica o processo: as garrafas plásticas são derretidas para produzir fios que são posteriormente convertidos em tecido. "Este processo permite poupar matéria-prima, ao mesmo tempo que reduz o consumo de energia em cerca de 30% comparativamente com o fabrico de poliéster virgem".


Esta e outras inovações foram apresentadas num evento em Nova Iorque, com a presença de Mark Parker, presidente e CEO da Nike e de vários atletas, como o velocista Carl Lewis, o basquetebolista Deron Williams e a actual campeã do mundo de atletismo Carmelita Jeter.



Catarina Madeira
23/02/12 (Económico)


AUTOMÓVEL E TRANSPORTE

EuPC FOCUS Fev. 2012

 

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A Nova Norma ISO 50001

Sistemas de Gestão de Energia

 

As organizações têm necessidade de gerir cuidadosamente a utilização de energia, de modo a sobreviver e competir. A melhoria da eficiência energética pode conduzir a benefícios imediatos para a organização, através da redução de consumo e, consequentemente, de custos com a energia.

 A ISO – International Organization for Standardization, que publica normas internacionais sobre uma vasta gama de assuntos, sentiu a necessidade de desenvolver uma norma que definisse requisitos para uma gestão eficiente de energia, baseada no consenso de normas de sistemas de gestão já existentes, como a ISO 9001 e a ISO 14001.

 

 

Assim, em Junho de 2011, a ISO publicou a norma ISO 50001:2011 ” Sistemas de gestão de energia – requisitos e orientações para utilização”. O objectivo da ISO 50001 é definir os requisitos para um sistema de gestão da energia que permita às organizações estabelecer os sistemas e processos necessários para melhorar o seu desempenho energético global, incluindo a utilização, consumo e eficiência energética. Esta norma internacional é aplicável a todos os tipos e dimensões de organizações, independentemente s suas condições geográficas, culturais e sociais.

 

A norma define requisitos que permitem às organizações:

 ·        Desenvolver uma política para uma utilização da energia mais eficiente;

 ·        Definir metas e objectivos para cumprir a política;

 ·        Utilizar dados para compreender melhor e tomar decisões relativamente ao uso e consumo de energia;

 ·        Medir os resultados;

 ·        Rever a eficácia da política;

 ·        Melhorar continuamente a gestão de energia.

 Uma vez que a ISO 50001 foi baseada na - Estrutura comum de sistema de gestão - tem um elevado nível de compatibilidade com a ISO 9001 e ISO 14001, permitindo a integração com estes ou outros sistemas de gestão existentes.

 

 

in www.cen.eu

 

 

 

NANOSAFEPACK – Desenvolvimento de um Guia de Boas Práticas para a utilização e manuseamento seguros de nanopartículas na Indústria de Embalagem

 

Projecto n°286362
Duração do Projecto: 36 Meses
Inicio: 1 Dezembro 2011
Projecto no âmbito do 7º Programa Quadro – Pesquisa em benefício de Associações de PME’s

O objectivo do Projecto: Desenvolver orientações que permitam um manuseamento seguro de nanomateriais na Indústria de Embalagem, englobando estratégias integradas de controlo da exposição às nanoparticulas em unidades industriais.
Assim, as PME’s poderão dispor de dados científicos que lhes permitam minimizar e controlar a libertação e migração de nanoparticulas. Para tal, serão elaboradas avaliações de perigo e exposição de modo a possibilitar a obtenção de dados científicos sobre segurança.

Parceiros do Consórcio:
ITENE (ES) – Instituto Tecnológico del Embalaje, Transporte y Logística RTD
IOM (UK) – Institute of Occupational Medicine RTD
EuPC - European Plastics Converters Association
CEP (ES) – Centro Español de Plásticos
APIP (PT) – Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos
Tecni – Plasper, SL (ES)
Tec Star, SRL (IT) 

                                         

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A COMISSÃO EUROPEIA DEFENDE MAIS NORMAS PARA A EUROPA E MAIS DEPRESSA PARA ESTIMULAR A COMPETITIVIDADE E PROMOVER OS INTERESSES DOS CONSUMIDORES



As normas são um instrumento decisivo no âmbito da concorrência internacional. Não há dúvida de que a existência de normas adequadas pode facilitar a vida aos consumidores, promover a sustentabilidade e melhorar a competitividade e a liderança tecnológica da Europa nos mercados globais. A Comissão Europeia propõe um conjunto de medidas legislativas e não legislativas com o objectivo de desenvolver e tornar mais célere o processo de normalização. As normas são conjuntos de critérios técnicos e de qualidade voluntários, aplicáveis aos produtos, serviços e processos de produção. Ninguém é obrigado a utilizá-las, mas a sua utilização ajuda as empresas a trabalhar em conjunto e permite aos consumidores poupar dinheiro. No entanto, no passado, a elaboração de uma norma europeia demorava vários anos, o que resultava num atraso muito grande de algumas normas relativamente a tecnologias em rápida evolução. Em consequência, certos sectores têm manifestado relutância em enveredar pela normalização ou são incapazes de tirar benefícios dos efeitos positivos das normas.


Para ser bem sucedida, a Europa tem de responder ao desafio da rápida inovação, da sustentabilidade, da convergência de tecnologias e da forte concorrência global. Um sistema europeu de normalização dinâmico é fundamental para estimular a qualidade e a inovação e para reforçar o papel da Europa enquanto agente económico mundial. Além disso, as normas permitem-nos ter produtos da melhor qualidade e sustentáveis a menor preço. A normalização é também uma componente fundamental para o bom funcionamento do mercado interno.


As medidas mais importantes adoptadas pela Comissão para reforçar o sistema de normalização na Europa são as seguintes:


- A Europa irá incentivar o desenvolvimento de mais normas internacionais nos sectores económicos em que é líder mundial.


- Os produtos de alta tecnologia são frequentemente vendidos em combinação com serviços de manutenção. Embora estejam disponíveis muitas normas europeias para os produtos, quase não hão normas para os serviços. Por conseguinte, podem elaborar-se mais normas europeias para os serviços determinadas pelo mercado, conferindo assim vantagens comerciais às empresas.


- A Comissão melhorará a sua colaboração com os principais Organismos de Normalização Europeus (CEN, CENELEC e ETSI), para que as normas por eles elaboradas estejam disponíveis mais rapidamente. As empresas que aplicam essas normas podem tornar os seus produtos mais compatíveis com outros produtos, o que alargará o leque de opções ao dispor dos consumidores e permitirá reduzir os preços.


- As Normas Europeias serão elaboradas com o auxílio das organizações que representam os mais afectados, ou mais interessados – consumidores, pequenas empresas, organizações ambientalistas e sociais.


Numa era de concorrência cada vez mais intensa a nível mundial, a competitividade europeia depende da nossa capacidade de fomentar a inovação nos produtos, serviços e processos e de aproveitar plenamente todo o potencial do mercado interno.

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PRODUTOS DE CONSTRUÇÃO

 

 

 

Já foi publicado no Jornal Oficial da União Europeia de 04 de Abril de 2011 o Regulamento (EU) N.º 305/2011, que estabelece condições harmonizadas para a comercialização dos produtos de construção e revoga a Directiva 89/106/CEE do Conselho.

 

 

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